Mônica Schimenes, fundadora e CEO da MCM Brand Group, afirma que, de acordo com o Instituto Peterson de Economia Internacional, o aumento de 30% da presença feminina em cargos de liderança equivale também a um aumento de 15% de rentabilidade para a organização.
A crença equivocada de que a maternidade ‘atrapalha’ o desempenho profissional da mulher, contribui para que obstáculos se ponham entre nós mulheres e as organizações, promoções de cargo, inserções em novos projetos, etc.
É lógico que este equilíbrio de papeis: ser mãe, esposa, filha, profissional, aluna… é delicado. Mas fico me perguntando: e para os homens também não o é? Ou pelo menos, não deveria ser?
Será que em algum processo seletivo quando o candidato diz que tem filhos, ele é questionado como faz para dar conta deles e do trabalho? Ao passo que para nós mulheres essa pergunta tá sempre na ponta da agulha né?
Empresas como iFood, Qualicorp e Everis quebram esse paradigma e contratam gestantes, pois a aposta vai além do período de gestação! A aposta é no talento a longo prazo.
E a tua empresa? Está em que século?
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